Retângulo de cantos arredondados: PARALISIA CEREBRAL

	Paralisia cerebral ou encefalopatia crônica não progressiva é uma lesão de uma ou mais partes do cérebro, provocada muitas vezes pela falta de oxigenação das células cerebrais.

	Acontece durante a gestação, no momento do parto ou após o nascimento, ainda no processo de amadurecimento do cérebro da criança. É importante saber que o portador possui inteligência normal (a não ser que a lesão tenha afetado áreas do cérebro responsáveis pelo pensamento e pela memória).

	Mas se a visão ou a audição forem prejudicadas, a pessoa poderá ter dificuldades para entender as informações como são transmitidas; se os músculos da fala forem atingidos, haverá dificuldade para comunicar seus pensamentos ou necessidades. Quando tais fatos são observados, o portador de paralisia cerebral pode ser erroneamente classificado como deficiente mental ou não-inteligente.

	A avaliação e o tratamento da paralisia cerebral são feitos por neurologistas infantis.

	A ECNI não é uma doença e sim um quadro, ou estado patológico, pois a lesão nesse caso é irreversível e não passível de cura e ocorre durante o período pré, peri ou pós parto afetando uma ou mais partes do cérebro, com comprometimento, mental, motor, auditivo, visual, de linguagem e/ou comportamento.

	É importante saber que o portador possui inteligência normal (a não ser que a lesão tenha afetado áreas do cérebro responsáveis pelo pensamento e pela memória).

	O termo paralisia cerebral não é correto para descrever embora seja bem difundido entre profissionais e não profissionais.

	As causas podem estar relacionadas a várias hipóteses, e como diagnosticada após alguns meses acaba sendo especulativa, mesmo havendo exames como Tomografia Computadorizada e Eletroencefalograma que auxiliam em muito no diagnóstico.

	A classificação da "PC" é dada conforme a topografia da lesão e/ou disfunção motora. Podendo apresentar deficiência mental, epilepsia, distúrbio visual, comportamento, de linguagem e/ou ortopédicos.

	O tratamento consiste no controle das crises convulsivas e da espaticidade, das complicações que possam surgir sejam elas ortopédicas prevenindo contraturas e deformidades. Para que isso possa acontecer é necessário um trabalho médico, psicológico e fisioterapêutico numa conduta interdisciplinar.